Octávio Augusto 64 anos, autodidata. Natural de Alenquer, vive em Vila Franca de Xira. Começou a pin

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Octávio Augusto 64 anos, autodidata. Natural de Alenquer, vive em Vila Franca de Xira. Começou a pintar em 2019. Tem diversas obras em colecções particulares em Portugal e na Colômbia. Em Setembro de 2022, a convite do CPPC, participou na Exposição colectiva itenerante “por um ambiente de paz”, na Universidade de Faro e em vários concelhos do Algarve. Em Outubro de 2023 organizou a sua primeira exposição individual na Academia Almadense. A segunda exposição ocorreu em Janeiro de 2024 na Sociedade Euterpe Alhandrense. A convite do CPPC está a participar na exposição colectiva “Pela Paz, por Abril” que vai percorrer diversos concelhos do Algarve.

domingo, 15 de março de 2020


Acrílico sobre tela 30x40

A QUADRATURA DO ARCO-ÍRIS


Acrílico sobre tela 50x60

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A QUADRATURA DO ARCO-ÍRIS

                             I
Chegou o vermelho, cheio de coragem e amor
Depois o laranja, cordial e falador
E o amarelo, alegre, jovial e luzente
Mais o verde, confiante e irreverente

                            II
Depois, o azul, na sua calma e harmonia
De braço dado com o anil, respeitoso e sincero
Chamaram a violeta à porfia
Para dançarem um bolero
                             III
Só que, o branco que é um convencido
Porque em tudo manda desde que é nascido
Enquadrou o arco-íris num instante
Não fossem as cores brilhar bastante
                             IV
Logo todas se foram arrumar
Cada uma no seu andar
Triangulando a luz e a dança
Cumprindo o seu espaço de criança

(Alice Caetano)

domingo, 8 de março de 2020

Caramulo


Acrílico sobre tela 50x60

Aguarela


Acrílico sobre tela 50x60

Poema da autoria de Nelinha Cameira:

AGUARELA

Aguarela
de emoções
onde
misturas as cores
todas da natureza
desde as cores
da alegria
até às cores
da tristeza
aguarela
de saudade
onde os tons
se esbatem
entre telas
e pincéis
ao sabor
 da tempestade
ou simplesmente
calor
aguarela
de ilusões
transportando
sem pudor
tudo aquilo
que adivinhas
num coração
de mulher
desde a inquietude
ao amor

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Chamem-lhe nomes!


Acrílico sobre tela 50x60

Crepúsculo



Crepúsculo
Quando o sol recorta a linha do horizonte com a sua língua incomensurável, há sempre uma brecha de cal na incisão mais profunda, onde se guardam as feridas da luta com os falcões lilases.
Depois, o sol esconde-se atrás das montanhas, enquanto todo o lençol do céu se estende em nuvens de preenchimento raso, e nós, os habitantes da planície, deslocamo-nos para dentro das coisas inteiras.

Texto da autoria de Alice Caetano, com base nesta tela.
https://www.facebook.com/alice.caetano.71



Então é assim...



Há quem coleccione selos, carteiras de fósforos, pacotes de açúcar...
Eu não faço nada disso...
Acontece que na minha actividade vou fazendo uns rabiscos que me ajudam a estar concentrado...
Há quem, ao longo dos anos, tenha achado piada a esses rabiscos...
Boa parte deles fui oferecendo...
De repente, ao descobrir umas tintas e umas aguarelas que a minha filha tinha aqui em casa, lembrei-me fazer umas "pinturas"... 
Fui pintando, pintando e... tenho o escritório cá de casa a deitar por fora!
Há "coisas" que são só minhas... 
Outras, se alguém quiser, leva!
O objectivo não era o "comércio da arte" mas... 
Já agora, obrigado pelas sugestões e propostas para uma "exposição". Tal acontecerá quando souber pintar...
Vamos com calma...














JANELA PRA VIDA



JANELA PRA VIDA Numa janela pra vida vi a vida colorida tinha tons doces e quentes estava de fêmea vestida espreitando por entre a vidraça vi pobreza vi desgraça vi amores e dissabores numa janela pra vida vi alegrias e dores vi a vida acontecida
Texto da autoria de Nelinha Cameira 


 com  base nesta aguarela:


Aguarela sobre papel A4 

Labirinto


Acrílico sobre tela 18x24