Octávio Augusto 64 anos, autodidata. Natural de Alenquer, vive em Vila Franca de Xira. Começou a pin

A minha foto
Octávio Augusto 64 anos, autodidata. Natural de Alenquer, vive em Vila Franca de Xira. Começou a pintar em 2019. Tem diversas obras em colecções particulares em Portugal e na Colômbia. Em Setembro de 2022, a convite do CPPC, participou na Exposição colectiva itenerante “por um ambiente de paz”, na Universidade de Faro e em vários concelhos do Algarve. Em Outubro de 2023 organizou a sua primeira exposição individual na Academia Almadense. A segunda exposição ocorreu em Janeiro de 2024 na Sociedade Euterpe Alhandrense. A convite do CPPC está a participar na exposição colectiva “Pela Paz, por Abril” que vai percorrer diversos concelhos do Algarve.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Chamem-lhe nomes!


Acrílico sobre tela 50x60

Crepúsculo



Crepúsculo
Quando o sol recorta a linha do horizonte com a sua língua incomensurável, há sempre uma brecha de cal na incisão mais profunda, onde se guardam as feridas da luta com os falcões lilases.
Depois, o sol esconde-se atrás das montanhas, enquanto todo o lençol do céu se estende em nuvens de preenchimento raso, e nós, os habitantes da planície, deslocamo-nos para dentro das coisas inteiras.

Texto da autoria de Alice Caetano, com base nesta tela.
https://www.facebook.com/alice.caetano.71



Então é assim...



Há quem coleccione selos, carteiras de fósforos, pacotes de açúcar...
Eu não faço nada disso...
Acontece que na minha actividade vou fazendo uns rabiscos que me ajudam a estar concentrado...
Há quem, ao longo dos anos, tenha achado piada a esses rabiscos...
Boa parte deles fui oferecendo...
De repente, ao descobrir umas tintas e umas aguarelas que a minha filha tinha aqui em casa, lembrei-me fazer umas "pinturas"... 
Fui pintando, pintando e... tenho o escritório cá de casa a deitar por fora!
Há "coisas" que são só minhas... 
Outras, se alguém quiser, leva!
O objectivo não era o "comércio da arte" mas... 
Já agora, obrigado pelas sugestões e propostas para uma "exposição". Tal acontecerá quando souber pintar...
Vamos com calma...














JANELA PRA VIDA



JANELA PRA VIDA Numa janela pra vida vi a vida colorida tinha tons doces e quentes estava de fêmea vestida espreitando por entre a vidraça vi pobreza vi desgraça vi amores e dissabores numa janela pra vida vi alegrias e dores vi a vida acontecida
Texto da autoria de Nelinha Cameira 


 com  base nesta aguarela:


Aguarela sobre papel A4 

Labirinto


Acrílico sobre tela 18x24