Aqui podes encontrar alguns dos meus trabalhos
Octávio Augusto 64 anos, autodidata. Natural de Alenquer, vive em Vila Franca de Xira. Começou a pin
- octaviopontoaugusto
- Octávio Augusto 64 anos, autodidata. Natural de Alenquer, vive em Vila Franca de Xira. Começou a pintar em 2019. Tem diversas obras em colecções particulares em Portugal e na Colômbia. Em Setembro de 2022, a convite do CPPC, participou na Exposição colectiva itenerante “por um ambiente de paz”, na Universidade de Faro e em vários concelhos do Algarve. Em Outubro de 2023 organizou a sua primeira exposição individual na Academia Almadense. A segunda exposição ocorreu em Janeiro de 2024 na Sociedade Euterpe Alhandrense. A convite do CPPC está a participar na exposição colectiva “Pela Paz, por Abril” que vai percorrer diversos concelhos do Algarve.
domingo, 31 de outubro de 2021
segunda-feira, 18 de outubro de 2021
domingo, 17 de outubro de 2021
domingo, 10 de outubro de 2021
quinta-feira, 7 de outubro de 2021
Ao meu Partido
Acrílico sobre tela 70x50
Ao meu Partido
Deste-me a fraternidade para com o que não conheço.
Acrescentaste à minha a força de todos os que vivem.
Deste-me outra vez a pátria como se nascesse de novo.
Deste-me a liberdade que o solitário não tem.
Ensinaste-me a acender a bondade, como um fogo.
Deste-me a rectidão de que a árvore necessita.
Ensinaste-me a ver a unidade e a diversidade dos homens.
Mostraste-me como a dor de um indivíduo morre com a vitória de todos.
Fizeste-me edificar sobre a realidade como sobre uma rocha.
Tornaste-me adversário do malvado e muro contra o frenético.
Fizeste-me ver a claridade do mundo e a possibilidade da alegria.
Tornaste-me indestrutível, porque, graças a ti, não termino em mim mesmo.
Pablo Neruda, em Canto Geral
quarta-feira, 6 de outubro de 2021
Relevos
Acrílico e cola sobre tela 60x60
Com um poema de Nelinha Cameira:
RELEVOS
Relevos
no preto e branco
da vida
esquiços
que rabisquei
numa tela
já esquecida
traços
linhas
círculos
quadrados
tantas formas
estilizadas
e só alcancei
a paz
nas cinco pontas
douradas
da estrela
que me anuncia
que o natal
é qualquer dia
e que sou eu
o messias
desta tela
prometida
Nelinha Cameira
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